Locação de máquinas vira estratégia no Brasil: com mercado de R$ 52,9 bi projetado para 2026, Moreco leva o modelo de assinatura de bens produtivos ao B2B
06 de setembro de 2026 · Moreco — Release de imprensa
R$ 52,9 bilhões. Esse é o tamanho projetado do mercado de locação de máquinas no Brasil em 2026 (KPMG/Analoc). E ele cresce por um motivo simples: cada vez mais empresas preferem acessar o equipamento a comprá-lo. A Moreco nasce dentro dessa virada — um marketplace B2B que conecta quem tem o bem produtivo a quem precisa dele, por assinatura. Lançamento formal a caminho. 👉 #Rental #LocaçãoDeEquipamentos #B2B
O mercado brasileiro de locação de máquinas e equipamentos entra em 2026 com fôlego. Segundo o Rental Market Report 2026, estudo elaborado pela consultoria KPMG a pedido da Analoc (Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas), com apoio da Sobratema, o setor deve alcançar faturamento de R$ 52,9 bilhões em 2026, um crescimento de 7% em relação aos R$ 49,4 bilhões registrados em 2025. Nos últimos cinco anos, o segmento apresentou avanço médio de 10% ao ano.
Mais do que os números, o estudo aponta uma mudança de mentalidade no país: a locação deixou de ser uma alternativa emergencial e passou a integrar o planejamento estratégico de empresas. Ao optar pela locação, as companhias não precisam investir na aquisição de equipamentos, liberando capital para áreas estratégicas e transferindo ao locador a responsabilidade por serviços como manutenção e gestão. O rental já responde por cerca de 0,4% do PIB brasileiro — patamar acima de mercados como o europeu (0,15%) e o norte-americano (0,26%), o que o estudo interpreta como sinal do potencial de crescimento ainda à frente. O setor reúne cerca de 50 mil empresas e emprega diretamente mais de 200 mil pessoas.
É nesse contexto de amadurecimento que a Moreco prepara seu lançamento formal, previsto para até 15 de setembro de 2026. A empresa opera um marketplace vertical B2B (que também admite pessoas físicas) de locação de bens produtivos por assinatura, em modelo asset-light: a Moreco não é dona dos ativos, mas conecta locadores terceiros a locatários, intermediando a transação. A proposta dialoga diretamente com o movimento captado pelo estudo da KPMG — o de empresas que buscam acessar máquinas e equipamentos sem imobilizar capital em frota própria.
"O dado da Analoc confirma o que vemos na prática: cada vez mais empresas querem acesso ao equipamento, não necessariamente a posse dele", afirma a Moreco. "Nosso papel é organizar essa oferta pulverizada de locadores em um único lugar, com a previsibilidade de um contrato de assinatura."
Enquanto os grandes números do rental hoje se concentram em máquinas da linha amarela e infraestrutura, a Moreco aposta em ampliar a lógica do acesso sobre propriedade para uma gama mais diversa de bens produtivos, reduzindo a barreira de entrada para pequenas e médias empresas. O lançamento formal marca o início da operação aberta ao mercado.
Sobre a Moreco: marketplace vertical B2B de locação de bens produtivos por assinatura, em modelo asset-light, que intermedeia locadores terceiros e locatários. A empresa está em fase de tração inicial, com lançamento formal previsto para até 15 de setembro de 2026.