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1 em cada 4 máquinas novas do Brasil já vai para uma locadora — e a Selic a 13,75% acelera a conta

21 de setembro de 2026 · Moreco — Release de imprensa

O Copom acabou de cortar a Selic para 13,75%. Mesmo caindo, o juro segue caro o bastante para mudar uma conta silenciosa: em 2025, 1 em cada 4 máquinas novas do Brasil (23%) foi parar numa locadora — não em quem opera. Enquanto o setor de rental caminha para R$ 52,9 bi em 2026, a pergunta que fica para o gestor de frota é uma só. Sua empresa ainda COMPRA ou já USA sem comprar? Responde em 1 palavra 👇

Na quarta-feira, 16 de setembro de 2026, o Comitê de Política Monetária cortou a taxa Selic para 13,75% ao ano — o quinto corte consecutivo do ciclo, que reduziu os juros básicos em 1,25 ponto percentual desde março. Ainda assim, o custo do dinheiro no Brasil permanece em dois dígitos, e é aí que uma pergunta antiga do mercado de bens produtivos volta a ficar cara de responder: comprar a máquina ou usá-la sem ser dono dela?

Por décadas, o setor tratou a posse do ativo como sinônimo de segurança. Os números mais recentes sugerem outra leitura. Em 2025, as locadoras foram responsáveis por adquirir 23% de todas as máquinas vendidas no Brasil — ou seja, praticamente uma em cada quatro máquinas novas do país foi direto para o pátio de uma locadora, e não para quem opera o equipamento. O dado é do Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos.

O movimento não é pontual. A relação entre locação e propriedade (o chamado índice de penetração do rental) já chega a 40% no Brasil, segundo o Rental Market Report elaborado pela KPMG a pedido da Analoc, com apoio da Sobratema. O mesmo levantamento projeta faturamento de R$ 52,9 bilhões para o setor de locação em 2026, alta de 7% sobre os R$ 49,4 bilhões de 2025, com crescimento médio de 10% ao ano nos últimos cinco anos.

O que a Moreco lê nesses números: para a Moreco, marketplace B2B de locação de bens produtivos por assinatura, a combinação de um juro que cai devagar e de um setor de rental que já responde por quase um quarto das máquinas novas indica uma inversão de lógica — o capital preso num ativo próprio compete, o tempo todo, com o custo de oportunidade desse mesmo dinheiro. Quando o juro está alto, imobilizar caixa numa máquina que fica ociosa parte do ano deixa de ser 'patrimônio' e passa a ser conta a pagar. (Esta é a leitura da Moreco sobre os dados públicos, não uma projeção das entidades que produziram os estudos.)

É nesse ponto que a Moreco se posiciona: em vez de o operador comprar e assumir depreciação, manutenção e o custo do capital parado, o modelo conecta quem tem o ativo a quem precisa dele, no formato de assinatura. A empresa não é dona dos equipamentos — intermedeia locador e locatário —, o que a mantém alinhada exatamente ao movimento que os dados de mercado já descrevem: o Brasil está, aos poucos, deixando de medir eficiência pelo que possui e passando a medi-la pelo que usa.

Em números, para quem decide em segundos:

  • Selic: 13,75% a.a. (Copom, 16/09/2026, 5º corte consecutivo)
  • 23% das máquinas novas vendidas no Brasil em 2025 foram para locadoras (Estudo Sobratema)
  • Penetração do rental (locação vs. propriedade): 40% (Rental Market Report KPMG/Analoc/Sobratema)
  • Faturamento do setor: R$ 52,9 bi projetados para 2026, +7% sobre 2025

Sobre a Moreco: marketplace vertical B2B de locação de bens produtivos por assinatura, que conecta locadores e locatários sem ser proprietária dos ativos. A plataforma está em operação, com lançamento formal previsto para o segundo semestre de 2026.

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