Protected payment · BACEN-licensed payment institution Brazil BRL
I want to rentFor those looking for equipment already listed (offers).I want to listFor those who want to list equipment or post a demand.

O Fisco parou de te dar desculpa pra comprar máquina. Seu CFO ainda não percebeu.

02 de outubro de 2026 · MorecoGerado por IA

Imagine uma empresa que segue pagando um plano de internet ultrapassado só porque cancelar dá multa. No dia em que a multa deixa de existir, ninguém vira fã repentino do plano velho — a empresa cancela na mesma hora. É mais ou menos isso que está acontecendo, silenciosamente, com a decisão de comprar equipamento no Brasil.

Durante anos, comprar uma máquina para o ativo imobilizado carregava um argumento fiscal que pouca gente questionava: o crédito tributário vinha devagar, mas vinha. Hoje, quando uma empresa adquire um bem de capital, parte desse crédito de PIS/Cofins é recuperada em 48 parcelas mensais — o crédito relacionado à aquisição de determinados bens incorporados ao ativo imobilizado não é necessariamente apropriado integralmente no momento da compra, sendo apropriado em 48 parcelas mensais. Na prática, é um desconto tributário entregue em doses homeopáticas — a empresa faz um investimento relevante, mas o benefício tributário correspondente aparece lentamente, praticamente em doses homeopáticas.

Esse ano, 2026, é o ano de virada. Desde janeiro, o país está na chamada fase de testes da Reforma Tributária, com alíquota total de 1% do IVA Dual — 0,9% de CBS federal e 0,1% de IBS estadual e municipal, e as empresas já informam CBS e IBS nas notas fiscais, embora a cobrança efetiva só comece a partir de 2027. É o ensaio geral antes da mudança valer pra valer.

E a mudança que importa pra quem decide comprar ou alugar máquina não é a alíquota — é a lógica do crédito. No novo modelo, o drama da apropriação lenta acaba. Bens de capital passam a ter crédito integral e imediato, o que representa o fim do drama do CIAP no ICMS ou das discussões sobre depreciação para créditos de PIS e COFINS — o aproveitamento é feito integralmente conforme o pagamento do bem, e não mais por regras abstratas de depreciação. Só que o aluguel também entra nessa mesma lógica de não cumulatividade: o aluguel também gera crédito, mês a mês, e a decisão passa a ser exclusivamente financeira, e não mais apenas fiscal.

Repare no que isso significa na prática: o único argumento tributário que ainda fazia algum sentido pra travar capital numa compra — "pelo menos eu recupero o imposto" — perde força quando os dois caminhos (comprar e alugar) passam a devolver crédito de forma parecida. Sobra exatamente a pergunta que sempre deveria ter sido a primeira: essa máquina específica, nesse momento específico do seu negócio, vale mais parada no seu balanço ou disponível no seu caixa?

Tem um detalhe que muita gente vai descobrir tarde demais. Esse crédito integral só circula direito quando quem loca opera no regime tributário regular, com nota fiscal corretamente destacada. Empresas no regime regular poderão se creditar dos tributos pagos nas aquisições vinculadas à atividade e gerar créditos para seus clientes empresariais, enquanto no Simples Nacional a empresa terá limitação no aproveitamento e na transferência desses créditos. Traduzindo pro chão de fábrica: se o seu fornecedor de locação for informal, sem contrato, sem nota fiscal estruturada, o crédito que a Reforma promete simplesmente não chega até você. É a diferença entre alugar de forma segura e formalizada — e alugar "por fora", torcendo pra não dar problema.

Aqui é onde a decisão para de ser teórica. A recomendação de quem acompanha a transição de perto é usar exatamente esta janela — antes da cobrança efetiva começar em 2027 — para rodar as contas com números reais: fazer simulações do resultado com IBS e CBS antes de decidir, em vez de comprar por impulso ou por medo de "perder algum benefício" que, como vimos, está desaparecendo dos dois lados da balança.

Se o crédito tributário não é mais o fiel da balança, o que sobra pra decidir é o de sempre: capital de giro, velocidade pra escalar ou recuar, risco de obsolescência do equipamento e o custo de ter dinheiro trancado em ferro parado. É exatamente por isso que a Moreco existe — um marketplace que formaliza a locação de bens produtivos com contrato e documentação fiscal correta (Contrato R6), pra que o locatário não precise escolher entre comprar por medo de imposto e alugar no escuro sem nota. Você aluga com segurança jurídica, mantém o caixa livre e ainda garante que o crédito tributário, seja qual for, chegue até você.

Antes de assinar a próxima nota fiscal de compra de equipamento pensando "pelo menos recupero o imposto", pare e simule os dois cenários. Fale com a equipe da Moreco e monte, com o número real da sua próxima máquina, a conta comprar-vs-alugar considerando o novo regime de crédito — e assine nossa newsletter pra continuar recebendo, sem enrolação, o que muda na Reforma Tributária pra quem decide CAPEX no Brasil.

Fonte: https://www.contabeis.com.br/artigos/79053/reforma-tributaria-locacao-de-bens-moveis-e-credito-tributario

Ver equipamentos disponíveisVoltar pro blog

Anúncios reais na Moreco

Mais do blog

A van que você comprou pro Dia das Crianças vai cobrar fatura em março

Apenas 29,1% dos lojistas mineiros esperam vender mais este ano — ou seja, quase 7 em cada 10 não têm certeza nenhuma de que o pico vai se repetir. Por que sua transportadora financiaria uma van em 36 parcelas pra atender uma semana de demanda que nem o varejo garante?

Setembro decide se sua PME trava caixa até 2030 — e 94% nem sabem disso
Setembro decide se sua PME trava caixa até 2030 — e 94% nem sabem disso

Ele não sabe se outubro vai ser bom ou ruim. Só sabe vencer todo dia 10. Essa é a realidade de quem financiou equipamento pensando no ano ideal e agora paga parcela no ano real. Setembro é quando o orçamento de 2027 deveria nascer — mas 94% das PMEs nem começaram esse exercício. Entenda por que a linha 'comprar ou alugar' decide seu caixa livre até 2030.

A franquia que abre loja mais rápido não é dona de nenhuma máquina lá dentro.
A franquia que abre loja mais rápido não é dona de nenhuma máquina lá dentro.

Uber não tem carro. Airbnb não tem imóvel. E já existe rede de franquia brasileira que não tem nem moto própria. Enquanto isso, franqueado comum ainda compra forno, cadeira de estética e maquinário como se fosse dono de fábrica — e paga essa conta com a velocidade de abrir a unidade seguinte.

Sua fábrica vai fechar as portas em dezembro. O comércio nunca faturou tanto quanto nesses mesmos 15 dias.
Sua fábrica vai fechar as portas em dezembro. O comércio nunca faturou tanto quanto nesses mesmos 15 dias.

Enquanto sua indústria emenda o recesso de fim de ano, o varejo bate recorde histórico de faturamento nas mesmas duas semanas. Sua empilhadeira, seu gerador ou sua plataforma elevatória não precisam tirar férias junto com a linha de produção.