Uma em cada 4 máquinas novas no Brasil já vai direto para o pátio de uma locadora — e a Moreco entra num mercado de R$ 52,9 bi
08 de setembro de 2026 · Moreco — Release de imprensa
23%. Esse é o percentual de TODAS as máquinas novas vendidas no Brasil em 2025 que foram direto para o pátio de uma locadora — não para o balanço de quem vai usá-las (fonte: Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos). Com a Selic a 14% e o Copom decidindo os juros em 15 e 16 de setembro, comprar máquina virou uma decisão cara. O mercado de locação já vale R$ 52,9 bilhões (Rental Market Report – KPMG/Analoc) e cresce ~10% ao ano. Aqui a penetração da locação é de 40% — e, na leitura da Moreco, o Brasil ainda tem muito a crescer nessa direção. É nesse cenário que a Moreco entra: um marketplace B2B para alugar bens produtivos por assinatura. Sua empresa ainda compra máquina ou já migrou para o acesso? Comenta aí 👇 e marca aquele gestor de frota que precisa ver isso.
A conta que antes parecia óbvia — comprar a máquina — deixou de fechar. Com a taxa Selic em 14,00% ao ano (Banco Central, decisão do Copom de 05/08/2026), imobilizar capital para adquirir bens produtivos ficou caro, e há um dado que resume a virada de mentalidade da indústria brasileira: em 2025, as locadoras foram responsáveis por adquirir 23% de todas as máquinas vendidas no Brasil, segundo o Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos. Ou seja, uma em cada quatro máquinas novas do país foi direto para o pátio de uma locadora, em vez de para o ativo imobilizado de quem vai usá-la.
É nesse contexto que a Moreco — marketplace B2B de locação de bens produtivos por assinatura — realiza seu lançamento formal, previsto para até 15 de setembro de 2026, data que coincide com o início da reunião do Copom (15 e 16 de setembro) que definirá o próximo passo da Selic.
Os números do setor ajudam a explicar o timing. Segundo o Rental Market Report, elaborado pela KPMG a pedido da Analoc (Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas), com apoio da Sobratema, o mercado brasileiro de locação de máquinas e equipamentos deve alcançar R$ 52,9 bilhões em 2026, um crescimento de 7% sobre os R$ 49,4 bilhões de 2025, com média de 10% ao ano nos últimos cinco anos. O setor reúne cerca de 50 mil empresas, emprega 200 mil pessoas e representa 0,4% do PIB, com penetração de 40% na relação locação versus propriedade.
O mesmo estudo revela uma concentração regional expressiva: a Região Sudeste responde por 60% do mercado, seguida por Nordeste (15%), Sul (13%), Centro-Oeste (7%) e Norte (5%) — um mapa que aponta tanto onde a demanda já está madura quanto onde há espaço para crescer.
Na leitura da Moreco, mesmo com a penetração da locação já em 40% no Brasil, o ciclo de troca de posse por acesso ainda tem muito a avançar — e é justamente esse espaço que a empresa quer ocupar.
Para Thomaz Yves, sócio-fundador da Moreco, a mudança de mentalidade abre espaço para um novo tipo de intermediação: "O dado de que uma em cada quatro máquinas novas já vai para uma locadora mostra que o Brasil deixou de discutir se vale a pena alugar — a discussão agora é como alugar bem. Nosso papel é organizar uma oferta hoje pulverizada e dar a quem precisa do equipamento a mesma facilidade de contratar uma assinatura", afirma.
O modelo asset-light da empresa não é dono dos ativos: conecta locadores terceiros a locatários — empresas e também pessoas físicas — reunindo oferta dispersa em um só lugar. Se o setor já vive uma virada de mentalidade de compra para acesso, a Moreco entende que o próximo gargalo é de intermediação: encontrar, comparar e contratar o equipamento certo com transparência. Essa é uma leitura da própria Moreco sobre o cenário — os números de mercado são do Rental Market Report (KPMG/Analoc) e do Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos.
O lançamento formal da plataforma está previsto para até 15 de setembro de 2026. Empresas e profissionais interessados poderão acessar a operação a partir dessa data.