23% das máquinas novas vendidas no Brasil em 2025 foram parar em locadoras, não em quem as usa — e a Moreco entra no jogo às vésperas do Copom
16 de setembro de 2026 · Moreco — Release de imprensa
São Paulo, 12 de setembro de 2026 — Um número silencioso ajuda a explicar por que cada vez menos empresas colocam uma máquina nova no próprio balanço: em 2025, as locadoras foram responsáveis por adquirir 23% de todas as máquinas vendidas no Brasil — praticamente uma em cada quatro (arredondando os 23% para cerca de 1 em cada 4). O dado é do Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos.
O movimento acompanha a expansão do setor de locação. Segundo o Rental Market Report, elaborado pela KPMG a pedido da Analoc (Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas) com apoio da Sobratema, o mercado brasileiro de locação de máquinas e equipamentos deve alcançar R$ 52,9 bilhões em 2026, crescimento de 7% sobre os R$ 49,4 bilhões de 2025. Nos últimos cinco anos, o setor avançou a um ritmo médio de 10% ao ano, reúne cerca de 50 mil empresas e emprega diretamente mais de 200 mil pessoas.
Por que agora. O anúncio chega numa janela em que o custo do capital ainda pesa na decisão de comprar ou alugar. Na véspera da reunião do Copom marcada para 15 e 16 de setembro de 2026, a taxa Selic está em 14,00% ao ano — patamar que o mercado projeta ver reduzido, mas que só será redefinido pelo próprio comitê. A leitura da Moreco é direta: com juros nesse nível, imobilizar capital em um ativo que fica parte do tempo ocioso tem um custo de oportunidade concreto — R$ 100 mil parados em uma máquina equivalem a cerca de R$ 14 mil por ano que deixam de render a 14%, antes mesmo de somar depreciação e manutenção.
O que a Moreco faz. A Moreco é um marketplace vertical B2B (que também admite pessoa física) de locação de bens produtivos por assinatura, em modelo asset-light: a empresa não é dona dos ativos — ela conecta o locador terceiro que já tem o equipamento a quem precisa usá-lo, cuidando do contrato e da intermediação. Na prática, é a lógica do "usar em vez de possuir" aplicada ao chão de fábrica e ao canteiro de obras. A plataforma entra em operação formal até 15 de setembro de 2026.
"Os números do setor mostram que a locação deixou de ser plano B para virar decisão estratégica de alocação de capital. Nosso papel é reduzir o atrito dessa escolha, dando a uma pequena ou média empresa acesso organizado a uma oferta que hoje é fragmentada", afirma a Moreco, em nota.
Como referência de mercado, o presidente da Analoc, Paulo Esteves, resume a mudança de mentalidade do setor: "O estudo mostra que o mercado de rental deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma estratégia. Ao optar pela locação, as empresas não precisam investir na aquisição de equipamentos, liberando capital para áreas estratégicas e reduzindo a complexidade ao transferir a responsabilidade por serviços como manutenção e gestão de frotas."
Em resumo:
- 23% das máquinas novas vendidas no Brasil em 2025 foram para locadoras (~1 em cada 4) — Estudo Sobratema.
- R$ 52,9 bi: tamanho projetado do mercado de locação em 2026, +7% sobre 2025 — Rental Market Report (KPMG/Analoc, com apoio da Sobratema).
- 14,00% a.a.: Selic vigente na véspera do Copom de 15 e 16 de setembro de 2026.
- Até 15/09/2026: lançamento formal da Moreco.
Sobre a Moreco: marketplace B2B de locação de bens produtivos por assinatura, em modelo asset-light, que conecta locadores e locatários. Mais informações para imprensa disponíveis mediante contato.