Selic cai pela 5ª vez seguida, a 13,75%; Copom decide novo rumo em 4/11
23 de outubro de 2026 · Moreco — Release de imprensa
Em 4/11 o Copom decide: sexto corte seguido na Selic ou pausa que surpreende o mercado? O Boletim Focus já aposta na queda. Mas pra quem decide comprar ou alugar uma máquina esta semana, isso resolve só uma parte da conta. A Moreco aposta que o resto da conta está em deixar de ser dono do ativo.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central volta a se reunir em 4 de novembro de 2026, numa decisão que responde à pergunta em aberto desde setembro: o ciclo de cortes continua ou chega a uma pausa? Na quarta-feira, 16 de setembro, o Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,00% para 13,75% ao ano — o quinto corte consecutivo, taxa que vale até a próxima reunião.
O Boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com o mercado financeiro, ajuda a entender o que está em jogo. Na edição de 13 de outubro, a mediana das projeções para a Selic no fim de 2026 caiu de 13,50% para 13,25% ao ano; na edição seguinte, de 19 de outubro, a projeção permaneceu estável em 13,25%. Na prática, os economistas consultados pelo BC já precificam mais um corte de 0,25 ponto até dezembro — e a primeira chance de confirmar essa aposta é justamente a reunião de 4 de novembro.
Para empresas que decidem entre comprar ou alugar máquinas, veículos e equipamentos produtivos, essa indefinição pesa no cálculo do financiamento. Juro mais baixo reduz o custo do crédito para quem compra um ativo — mas não elimina o risco de carregar um bem no balanço, sujeito a depreciação, manutenção e obsolescência. É nesse ponto que atua a Moreco, marketplace B2B de locação por assinatura de bens produtivos lançado formalmente em setembro de 2026: conectar quem precisa usar um equipamento a quem já é dono dele, sem exigir a compra.
No modelo da empresa, batizado de Contrato R6 ou Modo Marketplace, a Moreco é asset-light — não é dona dos ativos alugados, apenas intermedeia a relação entre o locador, dono do bem, e o locatário, que paga pelo uso. O acesso é aberto também a pessoas físicas, ampliando o alcance do marketplace além do universo estritamente corporativo.
Para a Moreco, o momento reforça uma discussão que vai além do nível da taxa de juros: decisões de CAPEX continuam pesando no caixa de pequenas e médias empresas independentemente do resultado de cada reunião do Copom, porque o custo de possuir um ativo — manutenção, seguro, depreciação — não desaparece quando os juros caem. A alternativa de pagar por assinatura pelo uso, sem o compromisso de propriedade, tende a ganhar espaço justamente nesses períodos de transição, quando o custo de oportunidade do capital imobilizado muda a cada decisão do Banco Central.
Seja qual for o resultado em 4 de novembro — sexto corte seguido ou pausa que surpreenda o mercado —, a pergunta que fica para quem decide investir em equipamento esta semana é a mesma: vale mais travar capital num ativo próprio ou manter a flexibilidade de pagar só pelo uso?