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A alta temporada da estética já começou — e comprar o laser agora é o jeito mais caro de aproveitá-la

09 de outubro de 2026 · MorecoGerado por IA

Uber não é dona de nenhum carro. Airbnb não é dona de nenhum imóvel. As duas empresas mais valiosas dos seus setores construíram império sem possuir o ativo que gera a receita — elas só conectaram quem tem o ativo ocioso a quem precisa dele.

Agora troque 'carro' por 'aparelho de criolipólise' e me diga: por que a sua clínica de estética ainda acha que precisar de um laser significa ter que comprar um laser?

Essa pergunta fica mais urgente nesta época do ano do que em qualquer outra. Um levantamento da Clinicorp mostrou que entre janeiro e agosto, o faturamento gerado por esses tratamentos cresceu 36,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior, ritmo superior ao próprio avanço no volume de procedimentos realizados. Em números absolutos, o número de procedimentos estéticos realizados em clínicas odontológicas e de estética avançada no Brasil subiu 27,3% no período, somando 169.801 procedimentos entre janeiro e agosto de 2026, contra 133.406 no mesmo intervalo de 2025. E o detalhe que mais importa pra quem está decidindo comprar equipamento agora: o fato de o faturamento crescer acima do volume de procedimentos sugere ticket médio mais alto ou mix de procedimentos mais rentável dentro das clínicas que já atuam na área.

Traduzindo pro seu dia a dia: a fila na sua recepção vai crescer nos próximos meses, e crescer rápido. E a reação mais comum do dono de clínica diante disso é a pior decisão financeira do ano — comprar mais um aparelho pra dar conta do pico, parcelado em três ou quatro anos, torcendo pra fila continuar do mesmo tamanho em março.

Equipamento parado não é patrimônio. É depreciação com endereço fixo.

Vamos a uma conta hipotética, só pra ilustrar o tamanho do risco (nenhum número aqui é dado de mercado, é só matemática de clínica pra você adaptar à sua realidade): imagine um equipamento de R$ 100 mil financiado em 48 meses. Se a margem de contribuição de cada atendimento com ele for, digamos, R$ 500, você precisaria de 200 atendimentos só pra recuperar o valor de aquisição — sem contar juros, impostos, manutenção e o custo de oportunidade do capital que ficou preso ali dentro. Agora pense: quantos desses 200 atendimentos vêm só nos meses de pico, e quantos você vai precisar emplacar nos meses fracos pra fechar a conta?

Se a procura dispara no fim do ano e esfria no resto dos meses — como historicamente acontece no calendário da estética — a tecnologia que você comprou pra atender a correria de dezembro passa boa parte do ano gerando parcela sem gerar caixa suficiente pra cobri-la. Você não comprou um ativo. Comprou um passivo com estação certa pra doer.

Mundo Velho: ver a fila de clientes crescendo e correr pro banco financiar um aparelho em 36 ou 48 parcelas, torcendo pra demanda do fim de ano se repetir com a mesma força o ano inteiro — e pra nenhuma tecnologia mais nova chegar no mercado antes de quitar a dívida.

Mundo Moreco: entender que capacidade produtiva e posse do equipamento são coisas diferentes. Você aluga o aparelho que precisa pra atender a temporada, paga mensalidade enquanto fatura com ele, e só decide se quer ficar com aquele equipamento depois de ter certeza de que a demanda sustenta o investimento — sem ter hipotecado o caixa da clínica numa aposta.

Vale imaginar um cenário bem comum (hipotético, pra ilustrar o risco, não um caso real): uma clínica financia um aparelho de criolipólise em 48 parcelas achando que vai bombar o ano inteiro como bombou em dezembro. Em março, a procura cai — é sazonal, sempre foi — mas a parcela do banco não sabe disso e continua do mesmo tamanho. A clínica segue pagando por uma capacidade produtiva que não está sendo usada. Isso é dívida de longo prazo presa a uma demanda que tem prazo de validade.

Na Moreco, o contrato de locação (Contrato R6) funciona por assinatura: a clínica paga o aluguel mensal do equipamento enquanto ele gera caixa, a manutenção do aparelho fica sob responsabilidade de quem está usando — igual seria se fosse dono — e, se o anúncio prever, cada mês em dia acumula cashback que vira crédito exclusivo pra abater o preço de compra do equipamento no fim do contrato, caso você decida que vale a pena ficar com ele. Se não valer, você pode optar por devolver, com vistoria registrada, em vez de carregar um ativo obsoleto no balanço. É bom ser direto: é um contrato de 60 meses, reajustado uma vez por ano pelo IPCA, e sair antes do prazo tem multa de 50% sobre as parcelas restantes — não é um aluguel de curtíssimo prazo tipo 'só pros três meses de pico'. A vantagem não está em sair quando quiser; está em nunca ter colocado dezenas de milhares de reais de capital de giro imobilizado num equipamento no dia 1, torcendo pra temporada pagar a conta sozinha.

A pergunta que fica pra quem está decidindo comprar equipamento agora, no meio da corrida de fim de ano, não é 'eu preciso desse aparelho?'. É: 'eu preciso ser dono dele, ou só preciso da capacidade produtiva dele pelos próximos meses?'. Uber respondeu essa pergunta sobre carro. Airbnb respondeu sobre imóvel. A sua clínica pode responder sobre laser.

Se a fila da sua clínica já está maior do que a sua capacidade de atendimento, não espere o orçamento do banco: publique sua demanda em moreco.tech/anunciar-demanda e veja quem já tem o equipamento pronto pra gerar receita antes que a temporada acabe. E se a dúvida for sobre como funciona o contrato, a manutenção ou o cashback na prática, a Central de Ajuda em moreco.tech/ajuda responde direto, sem letra miúda escondida.

Fonte: https://www.correioweb.com.br/networking-e-negocios/2026/09/7491821-procedimentos-esteticos-elevam-faturamento-de-clinicas-odontologicas-em-366.html

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